por Rui Almeida

Fotos de Miguel Brito

 

2 DE OUTUBRO 2010 2 DE AGOSTO 2010

 

1ª EDIÇÃO DAS 12 HORAS DE ESPINHO

 

Rui Almeida, Rui Almeida Junior, Miguel Brito, Carlos Dias, Nuno Pedrinho, Arlindo Lopes e João Correia

 

Disputou-se no último sábado a primeira edição das 12 Horas de Espinho, mais uma prova citadina de resistência, muito em voga nos últimos tempos.

Os ASES responderam positivamente ao convite da organização que pretendia testar um kart com algumas especificações diferentes num ambiente de competição. O objectivo era verificar a resistência e durabilidade desses componentes num ambiente de competição e usado por um leque alargado de pilotos com características bem distintas.

Assim, a formação era composta por um misto de pilotos, ora com muita experiencia neste tipo de provas e outros menos experientes, mas nem por isso menos apaixonados pelo fenómeno kartista.

A formação até começou bem, chegando inclusivamente e de forma surpreendente a liderar a prova ao fim de três horas.

Mas com o passar do tempo, a formação foi caindo na classificação acabando por terminar num honroso sétimo lugar.

Tendo em consideração os motivos da participação, bem como a disparidade de experiencia e andamento entre os vários pilotos da formação, a classificação final nunca foi um objectivo, sendo de enaltecer naturalmente, o convívio e entreajuda de todos os elementos.

Com isso, a intensidade da prova foi grande e só por isso foi sem dúvida uma experiência gratificante e positiva.

Temos naturalmente de agradecer à organização e ao Francisco Salvadorinho, pelo convite e consideração pelo grupo ASES PELOS ARES e só esperamos ter contribuído positivamente no ensaio que se pretendia realizar.

O nosso muito obrigado também ao Nuno Pedrinho, Arlindo Lopes e João Correia da GAIANIMA, pela maneira simpática e sempre prestável com que nos receberam.

Quanto às 12 Horas de Espinho, a organização esteve em bom nível.

Estas provas têm como tudo, vantagens e desvantagens.

As vantagens passam por mostrar ao público em geral um espectáculo que normalmente não vai ver e como a montanha não vai a Maomé, vai Maomé à montanha!

Há sempre a questão da publicidade. Uma equipa bem montada, com um kart bem decorado e com bom andamento, é sempre muito apelativo para os curiosos que estão a ver e isso também trás vantagens para quem apoia.

Para os pilotos é sempre mais agradável competir tendo à volta da pista uma grande moldura humana (e de factop foram muitos mesmo) que nos incentiva e vibra com a nossa destreza ou… falta dela!

Por outro lado, tratando-se de circuitos adaptados, conjugam figurinos que podem ser espectaculares e cativantes, mas ao mesmo tempo com grandes condicionantes a nível de segurança.

O circuito de Espinho revelou-se algo rápido, o que é sempre espectacular para quem está de fora a ver e tinha uma sequência de direita/esquerda, seguido de um ‘SS’ muito rápido e logo uma direita rápida que era um autêntico desafio para os pilotos. Bonito, cativante, excitante, mas… algo perigoso principalmente porque todas as curvas são cegas e não há escapatórias.

Quanto a presenças, foram muitos (mais uma vez) os pilotos que habitualmente participam no nosso troféu, todos integrados em equipas candidatas à vitória.

Tiago Martinho e João Araújo pela Nova Era.

Vitor Ramos pela Araújo & Lino.

No entanto a formação "mais ÁS" era a ENGRENAGEM.COM, ou seja, a formação "dos Pasteleiros" vencedora das 24 Horas de Gaia e onde pontificavam Luís Vaz, Aires Azevedo, Paulo Sampaio, David Gomes, Pedro Vidinha e Reinaldo Fonseca, que juntamente com a forte formação da Nova ERA lutaram até ao fim pela vitória na prova.

Os Almeidas representaram os ASES

 

Toda a gente a colaborar no melhor resultado

 

Ao fim da noite o cansaço instalou-se na equipa e o jovem Rukyman "aterrou" mesmo!